quinta-feira, 21 de abril de 2011

22.04.2011



Quando olho pra minha cachorra de dezessete anos, eu nada mais vejo que boa parte da minha vida.
O seu olhar sobre mim parece significar que ela vê o mesmo que eu.
Algo como a gente bem mais jovem correndo de um lado pro outro da casa.
Algo como se agora a gente realmente soubesse que os dias – meses e anos – passam rápido demais.
Algo como se nos olhando, pudéssemos ver o amor incontestável até o seu último momento.

2 comentário(s):

Franciellen :) disse...

Entre todas as espécies de seres vivos, essa é uma que devia ser eterna, né?
Sei que é difícil. Que dói. Mas se apegue às boas lembranças.
Ela é/foi muito feliz ao seu lado. Certeza!

Thiago disse...

eu tenho certeza que ainda não saiu do teu lado!