segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Simplesmente Caio F.


"Uma coisa triste parecida com uma carta. 
Tinha um pedaço que nunca mais consegui
esquecer, e que falava assim:
sabe que o meu gostar por você chegou a ser amor
pois se eu me comovia vendo você pois se eu
acordava no meio da noite só pra ver você
dormindo meu deus como você me doía
vezenquando eu vou ficar esperando você numa tarde
cinzenta de inverno bem no meio duma praça
então os meus braços não vão ser suficientes para
abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta
mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo
enorme só olhando você sem dizer nada só
olhando olhando e pensando meu deus ah meu
deus como você me dói vezenquando..."

(Em Harriet - O OVO APUNHALADO)

Sei que é bobagem, mas vezenquando eu espero alguém como você, Caio. E tem surgido um ou outro amigo que fazem com que eu me sente e conte sobre meus dias e meus amores e meus fracassos com eles. Esses amigos tem sido bons e doces. Esses amigos tem surgido em meio a minha vida por terem lido parte da sua obra. É, Caio, tem gente te lendo, tem gente te adorando e amando por tudo que você escreveu. Você tem nos dado coisas lindas sem saber.

Por Camila Aguilera